A obra Linguagem e Lingüística de John Lyons, divide-se em 10 capítulos, é destinada a interessados em iniciar estudos na área de lingüística apresentado conceitos teóricos elaborados a partir de análises empíricas relacionados à lingüística moderna e enquadrando suas análises em contextos históricos. O autor dá prioridade no estudo de bases biológicas e culturais da linguagem;
O objetivo do autor é “ apresentar aos alunos alguns dos conceitos teóricos e das descobertas empíricas mais importantes da lingüística moderna.”(pg. 11).
O autor inicia o capítulo com a seguinte pergunta: “O que é a linguagem?”(pg. 15).
A linguagem envolve vários sistemas de comunicação, notação ou cálculo, sobre o qual se possa discutir. Em matemática, os sistemas de notação são linguagens artificiais.
O lingüista pesquisa se as línguas naturais possuem algo em comum que não seja pertencente “a outros sistemas de comunicação, humano ou não, de forma que seja correto aplicar a cada uma delas a palava língua”(pg. 17).
Tanto a linguagem quanto às línguas específicas podem ser encaradas como comportamento, ou atividade, parcialmente observável e identificável como comportamento lingüístico. A linguagem portanto, pode ser considerada sob um ponto de vista comportamental. Mas pode ainda ser considerada sob outro dois enfoques, um deles estabelecido por Chomski entre competência e desempenho. A competência lingüística para ele é o conhecimento que o indivíduo tem, de uma determinada língua.
“Um dos princípios fundamentais da lingüística moderna é o de que a língua falada é mais básica do que a língua escrita.”(pg. 24). Analisando as sociedades, percebe-se que a pouco tempo atrás a maioria das sociedades era composta por indivíduos analfabetos, porém sempre capacitados da fala.
Do ponto de vista semiótico, pode-se analisar o processo de comunicação como uma comunicação a partir de um sinal que é transmitido por um emissor à um receptor por meio de um canal de comunicação, esse sinal tem uma forma e passará a ter um significado. Assim, “uma mensagem é codificada por um emissor e decodificada pelo receptor.”(pg. 29). Tanto as mensagens tanto podem ser faladas quanto escritas podem ser transmitidas. A língua é a mais flexível forma de se comunicar, pois através dela conseguimos transmitir emoções e sentimentos.
Presentes em todas as comunidades do mundo os sotaques e dialetos, mas existem algumas diferenças entre eles, o sotaque diz respeito a pronúncia das palavras, mas não altera a forma gramatical delas, já o dialeto faz parte das origens geográficas e sociais de cada comunidade e existe a alteração na gramática.
As línguas evoluem com o tempo, porém, os lingüistas, em sua maioria, não se preocupavam em investigar o desenvolvimento evolutivo das línguas, devido a impossibilidade de discernir sinais de evolução. Acredita-se que a língua se originou “como sistema de comunicação gestual, e não vocal” (pg. 38). Com o desenvolvimento dessa comunicação por meio de gestos, o homem teria ocupado com maior freqüência as mãos, o que o motivaria a ficar em pé, adquirindo potencial para o desenvolvimento de seu cérebro, que evoluiu no hemisfério dominante da fala.
Texto apresentado por Jordana Bogo e Márcia Fernandes
Referência:
LYONS, J. Linguagem e lingüística. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1982.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
A Autoria como um modo de viver no conversar
A AUTORIA COMO UM MODO DE VIVER NO CONVERSAR
Cleci Maraschin
Introdução
Apresentado um estudo que objetiva investigar posições de autoria possíveis de se construir um linguajar com domínio de relação configurado pela tecnologia;
Faz parte um conjunto de estudos interligados, com objeto de análise a produção escrita de um coletivo;
As escritas foram coletadas a partir de uma lista de discussão, organizada via correio eletrônico, de duas disciplinas do curso de Psicologia da UFRGS, nos anos de 1996 a 1997.
Pensa-se em autoria como competência individual-modo de viver no linguajar, no conversar;
Também no sentido de uma posição de sujeito capaz de estranhar, questionar, refletir sobre o conversar e encontrar a diferença (desempacotador);
Se o meio para codificar e decodificar a idéia não apresentar ruído, não apresentará diferença na idéia do primeiro sujeito e a do segundo;
Meio tecnológico – como espécie de tubo por onde circulam as idéias;
Maturana (1997) idéia não se reproduzem na interioridade corporal, mas sim na dinâmica relacional.
Narrativas auto-avaliativas e autoria
A análise de grupo evidenciou a freqüência de apreciações avaliativas por parte dos sujeitos, sem que estes fossem sugeridos;
Quando o sujeito reflete que leu, escreveu expressa o que pensa, é possível que esteja desenvolvendo um espaço para a autoria do pensamento;
Sistema autopoiético...
Autopoiese é a organização da rede hipertextual ou seja produções textuais;
Reflexões
Demonstrou a fertilidade e a ampliação de um leque de questionamentos e do acoplamento de ferramentas tecnológicas na construção de ambientes virtuais significativos de exercício coletivo de autoria.
As narrativas auto-avaliativas como operadores auto-produtivos de estruturação e organização da intertextualidade grupal;
Reflexões
Observou-se um grau de desorganização inicial necessária para o crescimento da autoprodução intertextual;
Os grupos conseguiram a produção sem a necessidade de uma pessoa com a função centralizadora;
Porém o professor pode assumir posições diferenciadas;
Experiência pessoal blogue Ausculta-pulmonar.
O lugar da linguagem nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem: notas sobre os gêneros textuais
Normelio Zanotto
Introdução
Preocupação com os recursos lingüísticos nos ambientes virtuais(AVAs);
Conhecer os gêneros textuais;
Nas aulas presenciais, as imperfeições podem ser sanadas. Já nos AVA é necessário maior precisão das “ferramentas”.
Orientadores e orientandos devem ter a mesma linguagem.
Elementos Paratextuais
Segundo Maingueneu (2002, p.81) paratexto é o conjunto de fragmentos verbais que acompanham o texto propriamente dito (prefácios, título, assinatura, notas de rodapé, timbre, logomarca );
Essenciais na constituição dos textos;
A utilização do e-mail caracteriza um gênero de texto informal comparado a carta comercial.
Tudo que encontramos no texto é sinal de algo e marca as intenções do autor;
Ex: Profe e Prezada Professora;
Ser leitor proficiente é captar esses sinais;
Linguagem, computador e gêneros textuais
O computador-internet modificou os hábitos das comunidades, utilizando a língua escrita;
Existe uma cobrança que aluno e professor dominem a informática;
Gêneros textuais são agrupamentos de textos com feixe de características comuns.(ZANOTTO,2003, p.77)
Gêneros textuais são as mais variadas espécies de textos utilizadas pelas comunidades discursivas, pelos grupos sociais;
Eles existem desde que surgiu a linguagem;
As pessoas, ao se comunicarem oralmente ou por escrito fazem por meio de textos;
Salienta três aspectos úteis para pensar em gêneros textuais em AVAs, segundo Backhtin(1992)
Primeiro aspecto: refere atividade humana perpassada de linguagem, mesmo que seja de uma fala;
Segundo aspecto: cada esfera humana elabora seus tipos de enunciados, criando, recriando, transformando os gêneros de textos (reportagem, artigo acadêmico, e-mail, chat);
Terceiro aspecto: ao longo do tempo, processam adaptações para atender as necessidades específicas;Ex: carta comercial moderna, discursos.
Gêneros textuais emergentes da era digital
Marcuschi (2002, p.11-12) relacionou dez-onze gêneros de textos presentes nesse meio:
E-mail: bate papo virtual aberto;Room-chat: virtual fechado;Chat: agendado;ICQ: em salas privadas,Entrevista com convidado;Aula virtual;Bate papo educacional;Videoconferência interativa;Lista de discussão;Endereço eletrônico.
Gêneros textuais e os AVAs
Existem para o mesmo autor Marcuschi (2002) os gêneros ou ferramentas correntes do AVAs;
Ilha do sossego: recanto, café-chat;
Diário de bordo: reflexões sobre textos;
Mural eletrônico: aviso rápido passado aos colegas;
Fórum de discussão: espaço com senha para proteção das conversas, sevem para resolver e coletar informações, efetuar auto-avaliação. (SOARES, 2004)
Concluindo...
Importante destacar a necessidade de haver entendimento da utilização dessa ferramenta entre as partes;
Diálogo entre orientador e orientandos sobre os meios (gêneros) empregados;
Sempre haverá margem para inovações e particulações.
Referencial
VALENTINI, C.B.; SOARES, E.M.S. Aprendizagem ambientes virtuais. Compartilhando idéias e construindo cenários. Caxias do Sul, RS: Educs, 2005
MESTRANDAS: NANCI DA SILVA NINO e KARIN ZANOTTO
A Linguagem da Educação
O texto de Israel Sheffler sobre “A Linguagem da Educação”, procura salientar a importância da análise filosófica sobre educação. Mostra a necessidade de ter conceitos claros sobre as idéias fundamentais com que se trabalha. Exemplifica através de alguns termos, como: Conhecer, Aprender, Pensar, Compreender e Explicar. Por isso acentua a importância de DEFINICÕES. Quando temos definições claras, temos meio caminho andado na formulação das perguntas e questionamentos.
Existem três tipos básicos de DEFINICÕES em educação, segundo o autor:
ESTIPULATIVAS: São aquelas que tem um caráter COMUNICATIVO. Elas a são oferecidas para facilitar o discurso.
DESCRITIVAS: Estas possuem uma ótica EXPLICATIVA. Se propõem a clarificar os termos.
PROGRAMÁTICAS: Trazem em si, um componente ÉTICO/MORAL, pois tencionam dar expressão a programas de ação.
À partir das definições básicas, conforme a ocasião, devemos ter clareza que poderão existir várias compreensões . O fundamental é saber que, uma definição clara fornece diretivas seguras, no caso da educação, para elaboração de currículo, de avaliação e métodos de educação.
Roque e Mônica
A teoria geral da fala e a competência lingüística
O autor apresenta-nos a idéia de que nas décadas anteriores, a linguagem oral e a linguagem escrita eram examinadas como opostas, havia uma “supremacia da escrita”, como se “tornar-se alfabetizado” significasse um avanço no desenvolvimento da sociedade. Segundo o autor, “A perspectiva interacionista preocupa-se com os processos de produção de sentido tomando-os sempre como situados em contextos sócio-historicamente marcados por atividades de negociação ou por processos inferenciais”. Sua análise não toma as categorias lingüísticas como dadas a priori, mas como construídas interativamente e sensíveis aos fatos culturais. Assim, Marcuschi preocupa-se com a análise dos gêneros textuais e seus usos em sociedade” (p.34). Sendo assim, a fala não apresenta propriedades intrínsecas negativas, tampouco a escrita propriedades intrínsecas privilegiadas. A hipótese defendida por Marcuschi é que as diferenças entre fala e escritas se dão dentro do continuum tipológico das práticas sociais de produção textual e não na relação dicotômica de dois pólos opostos. As diferenças entre fala e escrita são frutiferamente vistas e analisadas na perspectiva do uso e não do sistema, não considerando o código, mas os usos do código.
4.4) A teoria geral da fala e a competência lingüística: crítica à teoria de Saussure, a fala e as atividades da língua, pensamento, conhecimento e competência.
Leitura:
Janaína e Angela
sábado, 28 de junho de 2008
As fronteiras da Epistemologia
O texto apresentado por mim e pela Lisiane foi o primeiro capítulo do livro As Fronteiras da Epistemologia, escrito pelo Prof. Dr. Luiz Carlos Bombassaro, intitulado O contexto como introdução, e que tem como objetivo a contextualização do problema proposto pelo autor e investigado ao longo da obra: "Nossa investigação parte da pergunta pela possibilidade de considerar racionalidade e historicidade como categorias que definem a condição própria do conhecimento." BOMBASSARO (1992, pág. 9).
Seguindo o pressuposto implícito à questão que propõe, Bombassaro elabora um perfil antropológico em que toma como referências principais as categorias da racionalidade e da historicidade, definindo-as e entrelaçando-as, fazendo referências à forma como foram tratadas por alguns pensadores da tradição filosófica ocidental. Deste modo, remetendo a Aristóteles e Heidegger, define a racionalidade como uma característica eminentemente humana, relacionando-a diretamente com a linguagem e com a capacidade que o ser humano possui de poder "dizer" o mundo. Processo similar ocorre quando o autor aborda a categoria da historicidade, que, no seu entendimento, é mais do que a disposição do homem em relação à temporalidade, mas remete, também, às dimensões social e cultural de sua existência.
No momento seguinte, Bombassaro relaciona as categorias da racionalidade e da historicidade com o conhecimento. O autor pretende estabelecer uma compreensão para as palavras saber e conhecer, entretanto a sua exposição não é suficientemente clara, permanecendo uma certa ambigüidade nas suas explicações. Por outro lado, deve ser reconhecido que ele alcança relativo êxito na apresentação de certas questões envolvidas na definição do que é o conhecimento e em que consiste o ato de conhecer.
A exposição do autor, partindo das categorias por ele defendidas (racionalidade e historicidade), passando pela relação entre estas categorias e o conhecimento e pela tentativa de esclarecer os significados de saber e conhecer, conduz ao ponto principal deste trecho do livro: uma análise crítica daquilo que ele denomina as duas epistemologias.
Bombassaro trata - primeiro expondo os contornos gerais e, em seguida, analisando criticamente - da tradição epistemológica de viés positivista-lógico (considerando a variante da epistemologia popperiana em sua singularidade, mas também em sua dependência com esta linha de pensamento) e da epistemologia de viés histórico, mais especificamente aquela conhecida como nova filosofia da ciência (representada por nomes como Feyerabend, Kuhn e Lakatos), reconhecendo as linhas gerais de cada uma destas correntes e a oposição entre as suas diferentes perpspectivas.
A contextualização que o autor faz destas duas correntes epistemológicas tem como objetivo preparar o terreno para que possa defender o seu ponto de vista: de que a primeira corrente (a positivista-lógica, incluído aqui também o falseacionismo popperiano) estabelece o âmbito da sua investigação no âmbito da categoria da racionalidade, enquanto a segunda corrente (a da tendência histórica) centra a sua investigação no âmbito da categoria da historicidade; e que a epistemologia atual deveria considerar esta dicotomia como um erro, buscando superar este distanciamento não somente através da aproximação destes dois eixos epistemológicos, mas considerando como indissociável da investigação acerca do conhecimento a necessidade de manter uma unidade racional-histórica como pressuposto "epistemológico".
A proposta do autor, para ser adequadamente analisada, requer um estudo mais aprofundado do texto apresentado e do livro como um todo.
Referência
BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da Epistemologia. Petrópolis: Vozes, 1992.
Tecnologias que auxiliam na constituição de sujeitos de conhecimento
No texto “Linguagem e telemática: tecnologias para inventar-construir conhecimento”, extraído do livro Ciberespaço: um hipertexto com Pierre Lévy (2000), a doutora em Educação Margarete Axt, ressalta o lado construtivo das novas tecnologias e seu potencial para provocar mudanças em benefício da sociedade. Neste contexto a autora considera a linguagem e a cognição como tecnologias produzidas pela subjetividade e fontes de novos agenciamentos na relação homem-máquina, sendo um de seus produtos a capacidade do homem inventar-construir conhecimento.
Ao embasar seu raciocínio em Piaget (1978), Lévy (1994) e o Charaudeau (1983), Axt observou um grupo de professores-supervisores em um curso de pós-graduação. Ela acompanhou, entre outros aspectos, a Circunstância de Discurso (CD) e a interação múltipla-simultânea e mediatizada no tempo. Nesses campos, aparecem a relação professor-aluno-colegas num ambiente de Rede e a distância. A comunicação se dá pelo dito e também pelo não-dito, que são os sentimentos, as análises, os pensamentos que afloram na imaginação enquanto a resposta dentro do processo de interlocução não vem ou enquanto ela vai sendo confeccionada. No instante em que essa resposta aparece no ambiente em rede, seja de forma mediata (e-mail) ou imediata (teleconferências, chats, msg), surge a reciprocidade ou, como a autora explica, se dá vida a um pequeno lugar de encontro entre educador, educandos e o próprio processo de aprendizagem.
Outro elemento em destaque nesse percurso é o hipertexto. É na busca dos significados do não-dito ou de melhores explicações sobre o dito que o hipertexto é montado pelo sujeito coletivo (cada um na rede compõe o todo). Assim, ocorre interação e a construção partilhada dos saberes. A produção em Rede promove diversas sugestões individuais. Os universos de discurso criados ora convergem, ora divergem. No entanto, são todos nós e ligações que elaboram uma tessitura reticulada, onde cada nó possibilita novas ligações. Na avaliação de Axt, dentro do contexto lingüístico telemático, toda mobilidade é reversível (que permite voltar e ser refeita). A partir desse processo, indica Axt, torna-se possível produzir-constituir sujeitos de conhecimento.
Para tanto, as coisas não seguem mais o formato cartesiano, do organizadamente planejado e colocado. Vive-se a sociedade das incertezas, do aqui, agora e em todos os lugares. O especialista em Psicologia da Aprendizagem Juan Ignácio Pozo, no artigo "A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento", menciona também o efeito da sociedade das incertezas. Ao direcionar seu raciocínio à educação, ele observa que, no ritmo da mudança tecnológica e científica da contemporaneidade, não se pode prever os conhecimentos que os cidadãos precisarão dominar daqui uma década ou duas para enfrentar as demandas sociais.
É oportuno registrar algumas observações que os organizadores da obra, Nize Maria Campos Pellanda e Eduardo Campos Pellanda fazem, enfatizando que a quantidade de informações que virtualmente bate a nossa porta na via internet (grande metrópole mundial) e outras novas tecnologias de comunicação/conexão é a do dilúvio. Em certo instante, os organizadores chegam a assustar: "Na avalanche da informação, podemos perder tudo, começando pela identidade" (2000, p. 6). Ao mesmo tempo, porém, eles suavizam e sugerem uma saída: em meio aos céticos e pessimistas, que dizem que o homem corre o risco de ser substituído pelo computador, é preciso navegar. É um navegar acompanhando a maré do sistema e os seres que integram a Rede. Nessa navegação, é importante saber selecionar as informações essenciais, conforme suas metas, objetivos e intenções. Ressaltam ainda, que o dilema epistemológico da procura do fundamento interno ou externo é "resolvido na ação, na emergência" (2000, p. 7). Nesse contexto, frisam os autores, é possível ver os elementos que dão sentido à vida: interação, sinergia e amor. É uma nova cultura que surge, trazendo em seu bojo tanto apoiadores como contrários. Dela, Pierre Lévy é arauto e dispõe de seguidores. Ciberespaço: um hipertexto com Pierre Lévy é uma amostra dessa nova cultura. A própria obra foi construída em rede, com a colaboração de estudiosos, entre os quais Margarete Axt.
Referência
PELLANDA, Nize Maria Campos e Carlos Eduardo Campos (Orgs). Ciberespaço: um hipertexto com Pierre Lévy. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2000.
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